Postagens

Mostrando postagens de Janeiro, 2011

motos no centro 2

Imagem
Caetano Cury publicou uma charge bem-humoradíssima no Correio Sudoeste desta semana. Ops, bem-humorada para quem, cara pálida? Não para os motoristas de automóveis, que padecem para encontrar vaga no centro da cidade no horário comercial. Esta semana, uma amiga, indignada com a situação, vai conversar com as autoridades competentes. Aguarde novas informações.

Há tantos erros para consertar neste planeta... Concordo com o poeta que publicou, no mesmo jornal, um justo pedido de socorro às praças da cidade, a maioria abandonada, sem cuidados.
Aqui vai um trecho:




"Quem viu a praça que vi
Não acreditava que ali
Já foi morada de flores.
A cena que ora se vê,
Não se sabe o porquê,
Parece um palco de horrores.
Registre-se meu apelo,
Que faço com muito zelo:
As praças estão morrendo.
Quem é que pode salva-las
Libertando-as destas valas,
Desse descaso horrendo?"

(Benedito Isidoro de Sá - professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira do Polivalente de Guaxupé)

Ontem, aconteceu, também, a pr…

vigilante

Imagem
No final, "Minha História":
Lourival Nicola explica por que ganhou o apelido de Mazuca e como se transformou em um dos churrasqueiros mais famosos de Guaxupé.



"Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa."
(Marcos 13:35)








Ou seja, esteja sempre preparado para o que der e vier. Antes de tudo, devemos aprender a usar a intuição, mais sábia que a razão. Ontem, conheci uma caixa linda que Sara Abrão confeccionou para sua filha, Tatiana. Na tampa, ela esculpiu, em azul e dourado, o Olho de Hórus, símbolo egípcio que representa proteção espiritual. Sinto uma ligação profunda com os olhos, além do que a vista comum pode alcançar. Já escrevi aí pra trás que olhar é diferente de ver. A gente pode olhar sem ver e, também, ver sem olhar. Estas duas premissas afirmam o contrário do que escrevi antes, olhar pode ser banal. De fato, o olho é símbolo de algo mais profundo. Estar vigilante não é o mesmo que olhar, mas, sim, sentir com todos os sentidos. Muito mais que …

os sonhos de orieta

A companheira Carol Borges, secretária e contadora de histórias do Instituto Elias José, tem um blog muito bem escrito e ideias legais. Como esta:

Peço licença marinheiro, marinheira pra encostar meu barco próximo ao teu e, nesse mar que é a internet, trocar um dedo de prosa. Sim, prosa. Mais precisamente, conto.

Minha nau responde pelo nome “sonhos de Orieta”, alguns de vocês me conhecem, outros serão surpreendidos pela mensagem embalada em forma de correspondência virtual. É que lancei um desafio do qual preciso de sua ajuda. Resolvi me arriscar nesse mar, mas quero companhia. Junto comigo vão três inícios de contos já escritos, que ofereço a você para que escolha qual dentre eles deixou uma pontinha de curiosidade. A primeira parte da viagem dura uma semana e, à meia noite do próximo sábado aportaremos para definir qual dos três rumos tomaremos. E assim, seguiremos mar adentro.

A nau está aportada no blog www.sonhosdeorieta.blogspot.com e, para participar é só deixar um comentário co…

as maritacas e o arco-íris

Imagem
No final:
MINHA HISTÓRIA
João Ribeiro de Almeida entrou para a história do comércio guaxupeano com a loja Magnata.


Esta foto foi tirada alguns dias atrás, no final de uma tarde chuvosa. Somente o arco-íris iluminava a paisagem. Lá atrás, embora a foto não mostre, está o morro do cascalho, ao qual perdi o acesso e não posso mais assistir ao nascer das luas embalada pelo coachar dos sapos... Minha lente não tem grande angular, para mostrar arco-íris, maritacas e morro, ou teleobjetiva, para aproximar as maritacas do arco-íris. Desta forma, não posso mostrar como gostaria as duas pequeninas aves que secavam suas asas sobre os fios. Se tiver curiosidade, dá um zoom e veja como elas olham para mim no momento do click. Aliás, todas as tardes quando vou alimentar meus cães no quintal, a dupla aparece pra me dar um olá. Sinto um afeto especial pelas maritacas. Elas são fiéis companheiras, quando escolhem seus pares, permanecem juntas até o final. Claro, são barulhentas, também. Mas ninguém é per…

agenda cultural

Imagem
CINECLUBE NO MUSEU DE GUAXUPÉ

Documentário: Uma Noite em 67
Ano: 2010
Direção: Renato Terra e Ricardo Calil
Duração: 93 minutos
Classificação: 14 anos

Sinopse:

Na segunda metade da década de 60, a música brasileira transbordava criatividade e as emissoras de TV conquistavam a audiência com programas de qualidade, como os festivais de música promovidos pela Record. O documentário "Uma Noite em 67" narra os acontecimentos que envolveram a final do 3º Festival de Música Popular Brasileira, ocorrido em outubro de 1967, em plena ditadura militar. Na disputa, nomes como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil com os Mutantes, Roberto Carlos e Edu Lobo. Entre as cenas antológicas, a célebre quebra da viola protagonizada por Sérgio Ricardo e a passeata contra a guitarra elétrica promovida pela ala mais "conservadora" da MPB. Mesclando imagens de arquivo com entrevistas atuais e reveladoras, "Uma Noite em 67" registra um dos momentos mais importantes da cultura no …

o novo chef do galo

Imagem
Quarta passada, Marília Gonçalves convidou Marisa Jundurian para preparar comida típica armênia no Galo de Ouro. Foi um sucesso, com mais de cinquenta pratos vendidos. Esta semana, "toma posse" o novo chef de cozinha do bar, Cláudio Paiva, que toda quarta-feira oferecerá pratos diferenciados no jantar.

O chef Cláudio Paiva.




Mariângela, Marcos, Queta, João Carlos, Isaac, Paulão, Paulinho e Mariana, que provaram e aprovaram o sabor do quibe armênio.


Marisa Jundurian e Marília Gonçalves.

fernando "o do bacalhau"

Imagem
Há sempre um depois

Fernando Jeronymo nasceu em 27.07.26, em São Paulo, segundo filho do casal de portugueses Ana Maria Barreira e Augusto do Nascimento Jeronymo. Chegou em Guaxupé adolescente e, poucos anos depois, partiu novamente à sua terra natal, encantado com as possibilidades da cidade grande. Após muitas experiências, há cerca de trinta anos, ao voltar para o interior, tornou-se conhecido por Fernando “o do bacalhau”, uma alusão às suas origens. Criado na doutrina espírita, ao falar sobre si mesmo, afirma: tem sempre um depois na minha vida.

“O sonho dourado dos italianos, árabes e portugueses era vir para o Brasil. Quando solteiros, meus pais moravam na região de Trás os Montes. Ambos emigraram de Portugal, em 1910, mas só se conheceram em São Paulo.
Passei minha infância na Vila Mariana. A rua onze de junho era de terra e havia dois córregos perto de casa. As brincadeiras eram na rua: jogar bola, brincar de peão e empinar papagaio. Tinha um jogo chamado castelo, semelhante ao b…

motos no centro

Imagem
Até agora não entendi por que fecharam o contorno da Av. Conde Ribeiro do Valle, em frente à Prefeitura, para criar um estacionamento de motos, quando é preciso mais espaço para estacionar carros. Quem ou alguma lei vai obrigar os motociclistas a estacionarem no local? Hoje à tarde, o referido estacionamento estava vazio enquanto as motos ocupavam as vagas dos automóveis, muitas vezes, apenas uma moto no espaço de um carro. Outra questão a ser resolvida é definir novos pontos de táxis, sem entrar em choque com os taxistas e que ofereça maior comodidade para os demais motoristas da cidade.




vira, vira, vira

Imagem
Virou! O Viralatas do Samba já esquentou seus tambores na primeira oficina de percussão, que aconteceu neste final de semana. No domingo, os participantes tocaram no coreto da Av. Conde Ribeiro do Valle, atraindo alguns curiosos ao redor. Já estão agendados os próximos ensaios abertos do bloco, dias 22 e 23 de janeiro, às 16h, na Casa da Vó Maria. Vamos juntos?