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Mostrando postagens de Maio, 2009

nem tudo cinza

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Hoje o dia amanheceu frio e com garoa. O cinza sendo quebrado apenas pelo verde escuro da natureza. Assim, foi cancelada a apresentação da fanfarra de estudantes que homenageariam o aniversário de 97 anos da cidade. Batizada de "centenária", talvez para antecipar as comemorações de 2012, a fanfarra é composta por integrantes de todas ou da maioria das escolas públicas e particulares de Guaxupé. A apresentação foi remarcada para o próximo domingo, 7, às 9h, na área para shows do Parque Mogiana.

Dia 31, domingo, aconteceu no Parque Municipal Mogiana a 3ª etapa do Campeonato Regional de Ciclismo. O Campeonato está em sua segunda edição e as duas primeiras etapas já comprovaram o sucesso nesse formato de competição que tem como objetivo incentivar o ciclismo e atrair a participação de novos competidores, levando lazer à população local. Este evento teve o apoio do Departamento Municipal de Cultura, Esportes e Turismo. (desculpe, caro leitor, mas não tenho o resultado desse campe…

notas e conotações

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Fotografar ensina a observar diferentes ângulos da mesma cena; com a prática, essa "técnica" passa a valer para todas as situações. Numa discussão, por exemplo, nada pode ser "julgado" sem que se ouça todas as partes envolvidas. Neste caso, publico na íntegra texto escrito pelo jornalista Silvio Reis sobre uma situação ocorrida com ele no dia do seu aniversário. Como fomos parceiros em muitos projetos, mantemos uma relação de carinho mútuo. Não conversei com os demais participantes do triste episódio descrito a seguir, mas nada se resolve com violência, e sim com uma boa conversa; ficou evidente a falha de comunicação entre todos. Para comunicar bem é preciso saber ouvir, mais do que falar. Para completar, parafraseando um sábio advogado indiano, Mahatma Gandhi, o fraco jamais perdoa, o perdão é uma das características do forte.

(o texto foi removido a pedido do autor, o jornalista Silvio Reis)


NOTAS

Recebi este e-mail da Nilza J. B. Siqueira. Vamos dar uma força a ma…

aos vivos

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No sábado, 23, aconteceu um sarau singular no Teatro Municipal, uma mostra dos trabalhos de 30 artistas de diversas regiões do País: videoarte, ventríloquo, dança, artes plásticas, música, poesia, contação de história e algo mais. As integrantes do A quatro vozes - Doralice, Jurema e Jussara - foram responsáveis pela realização do evento em Guaxupé. A inesperada apresentação da Cia de Reis guaxupeana, Estrela Guia, também agradou os presentes.













As duas fotos seguintes foram tiradas por Sérgio Faria, que além de professor de Biologia e vereador, é ótimo fotógrafo!




Ia colocar o vídeo de Mestre Jonas em musicão desde a última postagem (por esta razão a data aparece como sendo 20, mas hoje é 24 de maio), quando o compositor Zé Rodrix ainda estava... vivo (?). Alguém pode garantir que ele não vive em algum outro lugar? Bem, eu não posso, então desejo que ele continue cantando seus rocks rurais por aí. Você sabia que ele é o autor de Casa no Campo, sucesso gravado pela Elis? Fico meio sem pala…

bons de papo

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Um dos repórteres do CQC, na última segunda, perguntou para vários deputados qual o valor atual do salário-mínimo e nenhum dos entrevistados acertou. Outras perguntas, como qual o significado de BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o que é pandemia e se o contágio da gripe suína é feito por meio da ingestão de carne de porco, também obtiveram respostas cruéis. Parecia mais "pânico na tv" assistir aos nossos representantes na assembléia demonstrarem ignorância explícita sobre temas que eles deveriam dominar, na maior cara de pau.

É muito bacana (e engraçado) ver os repórteres do CQC conquistarem entrevistas "custe o que custar". É um programa jornalístico que conquistou alguns (ou vários, talvez) prêmios de melhor programa humorístico de 2008. Veja bem como brasileiro gosta de rir da própria desgraça. Na maior parte do tempo, os caras fazem jornalismo, mostram a realidade, e o programa é classificado como humorístico. E tem horas que fazem hu…

ao som dos tambores

Recebi este texto agora a pouco por e-mail. Não pretendia postar nada hoje, mas depois dessa leitura senti urgência em fazê-lo. Porque acredito nas palavras que a Tati escreveu com tanta garra; porque acredito que somente com amor e respeito ao próximo poderemos habitar um mundo mais justo; porque acho o povo negro lindo; porque sou agradecida a cada som que emana dos tambores, dançando sou feliz, sou bamba, sou viralatas do samba; porque sou contra qualquer tipo de escravidão; porque tenho vergonha pelos brancos que durante tanto tempo aceitaram essa barbaridade: com a abolição, todos nós fomos libertados.


Acordei ao som de um batuque que se misturava entre os ritmos do jongo, tambor, afoxé, maracatu, ciranda, maculelê, maxixe, milonga, zambê, choro, capoeira, samba... A batida entrelaçava meu coração e logo fui sentindo toda a magia que a sonoridade me trazia.

Despertei: Hoje é 13 de maio!

Para muitos, a simbologia da data e toda a energia carregada pelos tempos não enseja atenção, nem…

a mãe natureza

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Considero o Morro do Cascalho um dos pontos mais belos de Guaxupé, com energia especial. Fiquei boquiaberta quando cheguei lá e dei de cara com uma cerca enorme, impedindo a passagem para o sopé e o topo do morro. Daí, inspirada pela Sara Abrão, escrevi este texto para o Correio Sudoeste, que infelizmente foi publicado em preto e branco.
A foto fica bem melhor assim, né?



A Natureza é a mãe de todas as mães, de todos os seres vivos, majestade a ser reverenciada. Mães e filhos afirmam: “Dia das Mães é todo dia”. Mas a linguagem da natureza, poucos podem ou querem ouvir. Quem é essa mãe cujo filho é uma imponente cachoeira? Quem é essa mãe que pariu florestas onde habitam seres de todas as cores? Quem é essa mãe que fornece oxigênio abundante para todo ser vivente, sem preconceitos?
Está passando da hora do ser humano reverenciar a Natureza. Ela tem dado grandes demonstrações da sua força, perante a qual o homem nada pode. Brasileiros são privilegiados, porém abalos sísmicos têm acontecido …

henry vítor

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Nascido em Guaxupé, Minas Gerais, em 2 de Abril de 1939, radicado em São Paulo, Henry Vítor é um pintor autodidata. Seu primeiro contato com as tintas aconteceu aos 17 anos. Aos poucos foi desenvolvendo a técnica, buscando sua individualidade, marca e estilo.
Formado em Jornalismo, Comunicações e Publicidade, Henry Vitor trabalhou nessa área por 32 anos. Paralelamente, exercia o seu oficio de pintor e poeta.
Hoje, com 70 anos, Henry Vitor tem em seu currículo inúmeras exposições no Pais e no exterior. É um dos nomes em destaque na arte naíf brasileira.
Sua técnica é elaborada e em seus quadros notamos uma pincelada delicada e sutil. Em seus trabalhos, Henry Vitor, agora expondo mais uma vez na Galeria Jacques Ardies, busca a simplicidade, a alegria, a paisagem ideal, quase éden, onde o homem encontra a paz e a serenidade.

Onde Nasce o Pão

Dentro do peito, roda o pião do tempo.
Quase lento, quase tonto, enevoado, busco o voo que me leva longe.
Lá vou eu, sobrevoando campos amarelos, até enco…