procura-se

Estas duas cadelinhas pretinhas estão loucas por um lar amigo. A primeira, já foi castrada e tem cerca de 7 meses. A segunda, de 3 meses, só poderá ser castrada a partir dos 5 meses. Colabore divulgando esta informação.







IFET Muzambinho

Dias atrás, estive no IFET - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (do Sul de Minas Gerais), no campus Muzambinho conhecido anteriormente como Escola Agrotécnica. Em tese, temos agora em nossa microrregião uma instituição que se equipara às universidades federais. O campus de Muzambinho fica em local privilegiado, espaçoso e arborizado, e sua infraestrutura está sendo ampliada. Inscrições para o vestibular de alguns cursos superiores estão abertas, como mostra o cartaz abaixo. Informe-se.





























































Dengue em Guaxupé



Segundo consta, foram mais de 1.000 casos registrados no município. Eu já perdi a conta de quantos amigos e conhecidos foram contaminados pelo Aedes. Nas últimas semanas, a Vigilância Sanitária distribuiu folhetos (acima) e cartazes em pontos estratégicos, como escolas. Considero que essa divulgação seja prioritária no combate à dengue, mas foi realizada tarde demais. O frio é um inimigo natural do mosquito. O maior problema será quando o clima esquentar novamente. Sem a conscientização e mudança de hábitos da população, e sem o controle de possíveis focos em áreas públicas, como lixões, terrenos e prédios baldios, nova epidemia poderá ocorrer. Com a possibilidade natural da incidência da dengue hemorrágica, ainda mais preocupante.


Casa da Vanessa

Noite fria, conversa gostosa ao lado dos amigos. Curti demais 3 opções da cerveja Colorado, encorpada, fabricada em Ribeirão Preto com água do Aquífero Guarani (ilustração) e fotografada em diferentes ângulos por Rodolfo Bonifácio.









Finalizo, hoje, com a poesia do grande Alberto Caeiro, que a Vanessa (Coelho) me enviou por e-mail: "Como gostei muito do papo, da noite, do encontro, aqui vai o poema que usei para defender que nós, homo sapiens sapiens, não somos mais que as pedras, por exemplo. (E isso me dá um sentimento bom...)"

Dizes-me: tu és mais alguma coisa
Que uma pedra ou uma planta.
Dizes-me: sentes, pensas e sabes
Que pensas e sentes.
Então as pedras escrevem versos?
Então as plantas têm ideias sobre o mundo?
Sim: há diferença.
Mas não é a diferença que encontras;
Porque o ter consciência não me obriga a ter teorias sobre as coisas:
Só me obriga a ser consciente.

Se sou mais que uma pedra ou uma planta? Não sei.
Sou diferente. Não sei o que é mais ou menos.
Ter consciência é mais que ter cor?
Pode ser e pode não ser.
Sei que é diferente apenas.
Ninguém pode provar que é mais que só diferente.

Sei que a pedra é real, e que a planta existe.
Sei isto porque elas existem.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram.
Sei que sou real também.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram,
Embora com menos clareza que me mostram a pedra e a planta.
Não sei mais nada.

Sim, escrevo versos, e a pedra não escreve versos.
Sim, faço ideias sobre o mundo, e a planta nenhumas.
Mas é que as pedras não são poetas, são pedras;
E as plantas são plantas só, e não pensadores.

Tanto posso dizer que sou superior a elas por isto,
Como que sou inferior.
Mas não digo isso: digo da pedra, «é uma pedra»,
Digo da planta, «é uma planta»,
Digo de mim «sou eu».
E não digo mais nada. Que mais há a dizer?

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