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Mostrando postagens de Agosto, 2011

micos

Hoje, por acaso, encontrei o prefeito Roberto Luciano e vários políticos no SINE durante o lançamento da carteira profissional digital. Agora não será mais preciso tirar foto em papel ou sujar o dedo. As carteiras antigas continuam válidas, mas as novas serão emitidas por meio deste novo sistema. A pessoa chega no SINE com seus documentos e um funcionário repassa as informações para o computador, através do qual a foto também é feita. Segundo Durvalino Gôngora (Nico), presidente da Câmara, Guaxupé é a primeira cidade da região a implantar este sistema, podendo atender os demais municípios. Desculpe, caro leitor, mas não me aprofundei na notícia, estava voltada para outros assuntos relacionados ao patrimônio histórico, paisagístico e ambiental de Guaxupé.

Mas tive que pagar um mico com o prefeito, quando perguntei sobre algumas obras prometidas e ainda não realizadas, como a ETE - Estação de Tratamento de Esgoto. Ainda não havia lido a notícia sobre a visita do deputado Odair Cunha a G…

político cabacin

Não tenho preconceitos contra o treze, mas não dá pra esquecer do estigma de azarão associado a esse número quando se relaciona aos vereadores da Câmara Municipal de Guaxupé: "Esta casa comporta este número." Como já escrevi anteriormente, nossos edis votaram na última sessão pelo aumento de vereadores, de dez para treze, com 7 votos a favor (Nico - presidente, Pica-pau, Sérgio Faria, Didinho, Levi, Miguel Stampone e Jorginho - não estou certa da presença deste último), 02 contrários (Ari Cardoso e Tânia Rolim) e 01 ausente (Mauri Palos).
De acordo com depoimento da vereadora Tânia, publicado no jornal Folha do Povo, de 27.08, três novos vereadores deverão gerar um gasto a mais de, no mínimo, dois milhões de reais durante os quatro anos de legislatura.

Realmente, treze vereadores legislando em favor da população guaxupeana deveria ser melhor que dez. Infelizmente, como escrito no editorial do referido jornal, "há muito trabalho importante para ser feito pelos vereadores…

explicação sobre as árvores

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Deixa eu explicar novamente e melhor. Meses atrás, devido às chuvas, vários troncos e galhos de árvores despencaram nas ruas, alguns, sobre carros (vazios, ainda bem). Conversei com Mozart Faria, na época (tem postagem anterior), sobre as providências que seriam tomadas pela Prefeitura para evitar novos acidentes. Ele me disse que viria um técnico do Estado para fazer uma análise da situação de todas as árvores situadas em local público. Mediante o laudo desse profissional, seriam tomadas as providências cabíveis. Só não sei por que estão demorando tanto, me parece necessária outra visita à secretaria de Meio Ambiente para obter esta resposta, pois a primavera já se aproxima e logo, logo, as chuvas de verão. Setembro seria o mês ideal para plantar novas mudas, partindo do pressuposto, desde já, que todas as árvores arrancadas serão imediatamente substituídas.

De antemão, digo que alguns Ipês da Av. Dona Floriana podem estar comprometidos. Também, as palmeiras (imperiais) do antigo fór…

Problema: Árvores do Centro da Cidade Ameaçadas de Extinção - Cidade Democrática

árvores ameaçadas

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As árvores em frente às Pernambucanas estão ameaçadas, de acordo com o biólogo que assinou o laudo autorizando a derrubada (ou corte) das mesmas: "Elas são impróprias para o local." Gostaria de ver Regina Casé fazendo uma reportagem na cidade, para o programa Um Pé de Quê?, exibido no Futura. Aliás, queria eu mesma ser contratada para sair por aí caçando depoimentos em defesa das nossas árvores, tão aviltadas pela ação humana.

Hoje conversei com algumas pessoas que utilizam transporte público, no ponto de ônibus sob as árvores. Os entrevistados se mostraram perplexos ante a possibilidade de perder a sombra e a temperatura amena oferecida por elas. Não acreditaram que há quem queira derrubá-las. Na minha opinião, um profissional indicado por órgão ambiental de Minas deveria vir à cidade para fazer um laudo sobre as condições de todas as nossas árvores. Em caso de alguma oferecer perigo às pessoas, em vez de ser arrancada, talvez pudesse ser transplantada para o parque munici…

um guaxupeano eminente

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Luiz Vicente Ribeiro Calicchio nasceu em 13.03.37, o primogênito de Sálvio Calicchio e Jessi Luíza Ribeiro Calicchio. Irmão de Carmen Lúcia, Luíza Helena, Ianê Maria, Ligia Maria e Regina Maris. Guaxupeano eminente, Luiz Vicente foi deputado estadual por três mandatos consecutivos. Sua aptidão para a política e à convivência democrática conquistou a simpatia de Tancredo Neves, mesmo sendo ambos de partidos adversários. A leitura constante e os discursos nos tempos de escola fizeram dele um hábil orador. Este dom natural foi estimulado desde os tempos de criança pela mãe, de quem sempre ganhava um livro de presente. Atualmente, Luiz tem uma biblioteca com 1.500 volumes. Apesar de as datas não serem seu forte, suas lembranças são nítidas e seus relatos, pormenorizados.

“Morava defronte à escadaria da antiga Mogiana, na rua dos balaústres. A maioria dos funcionários da ferroviária também morava por ali. Toda tarde, meus avôs se sentavam na varanda e, na volta do serviço, foguistas, maquin…

de volta ao passado

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A guaxupeana Magda Tereza Francischetti nasceu em 25.07.45, segunda filha de Thereza Miqueri Francischetti e Vicente Francischetti. Irmã de Edna e dos gêmeos João Carlos e Carlos Vicente. Como ela mesma diz, sua casa na Rua Aparecida, antes ponto de encontro da família, atualmente, é ponto de resistência numa região de muitos comércios. Dentro do possível, Magda conserva diversos aspectos da construção original. O mobiliário antigo confere um charme especial à decoração da casa para onde Magda retornou há doze anos, depois de viver 29 anos em Brasília. E a mudança foi radical, de garota “dos cocos”, falante e extrovertida, com a maturidade, tornou-se mais reservada, paciente e tolerante. Adotou a quietude por opção.

“Nasci na rua da cadeia, na casa onde depois foi a bicicletaria do seo Geraldo Anchieta. Meus irmãos e eu nascemos pelas mãos da Piedade, uma parteira que morava depois da ponte do Taboão. Quando nasci, papai tinha uma barbearia no prédio do Vicente Casagrande, na avenida. …

o prazer é meu 2

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o prazer é meu

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A Associação Vira-latas do Samba participou da Semana Elias José, de 11 a 13, na realização da Literatura de Gente Grande, na Casa da Vó Maria. Foram três dias de encontros diversificados, com ênfase nos contatos humanos prazerosos que a ocasião proporcionou. Na quinta, os atores do 14 Bis encantaram os presentes com a dramatização do texto Pássaro em Pânico, de Elias José, seguido da participação especial do músico e compositor Edson Parizi.

Agende-se para assistir à peça O Prazer é Meu, encenada pelo Grupo Teatral 14 Bis, com pré-estreia marcada para o próximo domingo, 21, às 19h30, no Teatro Municipal de Guaxupé.



Literatura de Gente Grande - quinta

Na sexta, foi a vez de Ana Luíza de Souza, secretária da Ação Social, fazer o lançamento do livro Confidências de Mulheres In-visíveis do Jequitinhonha, com direito à contação de diversos causos verídicos, seguidos de uma gostosa dança circular conduzida por Mila Russo Calil, diretora da ONG Angakira e da Associação Vira-latas.

Depois, no…

uma senhora que ama a vida

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Alice da Cruz Silveira nasceu na zona rural de Guaxupé, em 15.09.1918, a quinta dos doze filhos de Iracema Cruz da Silveira e João Albano da Silveira. Fazedeira de arte na infância e juventude, a mocinha tornou-se esposa e, depois, viúva do Dufo; mãe de Olga, Osmar, Geci, Olavo, Élena, Eurípedes e Darci. Atualmente, Alice tem vinte e dois netos e vinte e nove bisnetos, não se esquece do aniversário de nenhum. Mesmo tendo adotado a doutrina espírita há muitos anos, quando um deles lhe pergunta o que ela diria caso o marido viesse buscá-la, responde, prontamente: “Me deixa ficar mais um pouquinho.”

“Nasci na fazenda Jabuti, do Augusto Cardoso, onde meu pai trabalhava como administrador. O trem da Mogiana passava na porta da cozinha de nossa casa. Minha irmã, Landa, mais nova um ano e oito meses, e eu éramos as artistas da família, as fazedeiras de arte. A gente subia no mamoeiro do quintal para pegar folhas e, com elas fazer sombrinhas e roupinhas para os bonecos de sabugo de milho.
Viv…

literatura de gente grande

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A Associação Vira-latas é parceira do ICEJ na realização da 1ª Semana Elias José, que acontece de 11 a 14, e está com uma programação muito interessante e diversificada, para crianças, jovens e adultos:
http://iceliasjose.blogspot.com/2011/07/1-semana-elias-jose.html

Na Casa da Vó Maria, Literatura de Gente Grande, sempre a partir das 20h.

Dia 11 – quinta-feira

20h – Sarau com leitura do texto Pássaro em Pânico, de Elias José, com o Núcleo Teatral 14 Bis.

O Núcleo Teatral 14 Bis é composto por quatro atores profissionais, Laíse Diogo, Renata Alves, Rodolfo Bonifácio e Tuany Mancini. A direção é de Lauro Baldini, doutor em Linguística, professor universitário e psicanalista. O Núcleo 14 Bis, criado em 2009, tem o apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, patrocinado pela Laticínios Aviação. Atualmente, o grupo apresenta a peça O Prazer é Meu, com pré-estreia marcada para o próximo dia 21.08, no Teatro Municipal de Guaxupé.

Após a leitura o palco estará aberto para apresentação dos pr…

a rainha da torcida

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Fátima Cury Nasser nasceu em 25.11.1934, em Guaxupé, filha do casal de imigrantes sírio-libaneses, Lidia Sabbag e Elias Cury. Irmã de Lorice, Kaled (já falecido), José e Nádia. Há quarenta anos, Fátima vive em Mococa, para onde se mudou para acompanhar o marido e acabou construindo uma nova vida. Mas ela nunca cortou os laços com os familiares e amigos, nem com a terra natal, que visita constantemente. Fátima foi a primeira rainha da Festa das Orquídeas de Guaxupé, em 1953, com direito a discurso escrito pelo vereador Tufi Silva, em que agradece aos “queridos vassalos” por ter sido eleita. Começou a torcer pelo São Paulo Futebol Clube junto com os irmãos, depois, com o marido, com os filhos e, agora, com os netos. Assistir aos jogos no Morumbi é sempre uma grande aventura para ela.

“Nasci na casa dos meus pais, na rua da cadeia. Eu era nenezinha quando minha família se mudou para São Paulo, de onde guardo poucas recordações. Voltei a Guaxupé com quase cinco anos. Fiz a viagem de trem c…