apropriação de espaços públicos

Atitudes negativas:

1) Se alguém quiser fazer uma festa particular na praça, não pode. Estacionar carros à venda em cima do canteiro público, pode? Gostaria de saber qual o critério utilizado pela administração pública para conceder autorização para exploração dos espaços públicos. O pessoal da Ritmo Veículos que me desculpe, mas não acho justo nem adequado transformar espaços desse tipo em showroom. Ou a Prefeitura está cobrando aluguel do canteiro central?


2) Qualquer cidadão sem moradia pode ocupar os espaços públicos, fazendo dos mesmos suas casas? Na Praça do Rosário, por exemplo, moradores de rua lavam roupas, compartilham drogas (acho que somente as lícitas) e dormem, utilizando água paga pelo município (sobre a COPASA, voltarei amanhã pra divulgar as respostas prometidas), enquanto a maioria dos cidadãos pagam pela água que consomem. Muitas vezes, o alimento utilizado, como cebola e macarrão, é conseguido por meio da generosidade alheia e, como se não bastasse, ainda deixam todo tipo de sujeira no local. Não acho que seja um caso de polícia, de simplesmente fazer uma limpeza na área, "varrendo a sujeira pra debaixo do tapete". Mas é preciso implantar uma política social pública que aborde esse problema, propondo soluções humanitárias e viáveis, com agilidade.

 

Atitudes positivas:

1) Em exposição, até domingo, 05, no foyer do Teatro Municipal, ilustrações do artista guaxupeano Denilson C.F. Gomes. O teatro é, também, um espaço público, mas existem regras para sua utilização que devem ser obedecidas por todos, o que é correto, em nome da democracia.

 
 
 
 

2) Tecnologia e audiovisual, uma boa forma de se ocupar espaços públicos com delicadeza e arte. Aqui, uma experiência feita por alguns integrantes do Núcleo 14 Bis de Audiovisual. É o Mickey Mouse, mas poderia ser qualquer outro ilustre personagem. Bacana, né?

 
 
 
 


Comentários

Muito bom o tema de apropriação do espaço público. Hoje em dia onde todas as respostas já estão prontas no noticiário, e todos tem a "Verdade ?" acessando a internet. É interessante notar que ainda existem pessoas dispostas a discutir as ações efetivas e questionar alguns parâmetros do dito "poder público", diga-se de passagem que de público não tem nada, pois muitas vezes é guiado por interesses pessoais de próxima eleição.
Enfim, o importante é colocar as discuções e debatê-las tentando procurar alternativas conjuntas entre seres e poderes, para uma melhor convivência mútua, já que todos vivemos na mesma esfera azul e todos devemos compartilhar esta casa da maneira mais humanitária possível.
Sem caminhos prontos mais construindo caminhos conjuntos a todos.
bisteca disse…
Oi, Alexandre.
Muito legal seu comentário, obrigada. Mas não sei até que ponto as pessoas têm vontade de participar pra mudar algo. Hoje em dia está tudo muito fácil curtir algo e esquecer o assunto. Penso que só vamos mudar a politicagem vigente quando os cidadãos realmente participarem das decisões do poder público. Quando a Câmara Municipal ficar cheia de interessados nas votações de propostas e projetos que afetam toda a comunidade.

Daqui, deste blog, pretendo continuar as cutucadas. Vamos juntos.

Sheila
Anônimo disse…
Sheila, vc poderia fotografar tambem o BarBaridade, principalmente sabado e domingo, onde se voce, humilde pedestre quer andar na calçada, nao pode. Tem que andar pela rua, em meio aos carros, nao importa se é idoso, carrinho de bebe, além das grandes mesas ainda colocam umas redondas com banquinhos bem na pontinha da calçada, ai vamos nós andar na rua!
bisteca disse…
Infelizmente, anônimo, não é só o Barbaridade que desrespeita uma Lei Municipal que proíbe essa invasão das calçadas públicas. Vide Sininho, Ponto de Encontro, Galo, Skinas, e por aí, vai...
Não existe uma preocupação concreta com os cadeirantes ou pedestres. Repare o número de calçadas rebaixadas e outros acessos.
Vou anotar sua queixa e fotografar, quando possível.
vlw

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